A formação do público português: o papel do intelectual romântico Alexandre Herculano

Autores

DOI:

https://doi.org/10.47209/2594-4916.v.7.n.2.p.96-115

Palavras-chave:

Público português, intelectual romântico, Alexandre Herculano..

Resumo

A sociologia da literatura nos ensina que a primeira metade do século XIX marca a consolidação da categoria dos intelectuais e da profissionalização do escritor, o qual, desaparecida a figura do mecenas, fica na condição de seus escritos serem consumidos pelo público burguês, que, através do desenvolvimento da imprensa, começa a se interessar por literatura. Nas cortes aristocráticas do Ancien Régime, os intelectuais, os homens de letras, são servos prescindíveis, mantidos muito mais para o prestígio dos senhores do que pelo valor de sua produção. Assim, neste artigo, mediante um enfoque analítico-interpretativo, com base em pesquisa bibliográfica, objetivamos abordar a formação do público português e o papel do intelectual romântico Alexandre Herculano. 

Biografia do Autor

  • Hugo Lenes Menezes, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí (IFPI)

    Doutorado em Teoria e História Literária (UNICAMP);

    Pós-Doutorado em Estudos Comparados de Literaturas em Língua Portuguesa (USP).

    Mestrado em Teoria Literária (UNICAMP);

    Aperfeiçoamento pelo Centre d’Approches Vivantes des Langues et des Médias (CAVILAM) de Vichy – França;

    Professor Titular do Instituto Federal do Piauí (IFPI);

    Ex-Assessor de Relações Internacionais do IFPI;

    Membro do Núcleo de Estudos Africanos e Indígenas (NEAFRO) do IFPI;

    Professor Convidado do Mestrado Acadêmico em Letras da Universidade Federal do Piauí (UFPI);

    Pesquisador colaborador da Universidade de Lisboa (ULISBOA) - Portugal;

    Membro correspondente do Grupo de Estudos Benedito Nunes (GEBN/CNPq).

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Publicado

05/11/2020

Como Citar

MENEZES, Hugo Lenes. A formação do público português: o papel do intelectual romântico Alexandre Herculano. RE-UNIR - Revista do Centro de Estudos da Linguagem da Universidade Federal de Rondônia, Porto Velho, v. 7, n. 2, 2020. DOI: 10.47209/2594-4916.v.7.n.2.p.96-115. Disponível em: https://periodicos.unir.br/index.php/RE-UNIR/article/view/5238. Acesso em: 4 abr. 2026.

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