Meme da internet: uma leitura a partir do conhecimento organizado de mundo
DOI:
https://doi.org/10.47209/2594-4916.v.7.n.1.p.125-142Palavras-chave:
Meme da internet, Teoria do esquema, LetramentoResumo
A compreensão de um meme da internet está relacionada àquilo que o indivíduo consegue reunir de significados. Desse modo, estudá-lo permite entender a configuração das práticas sociais de leitura relacionadas a sua circulação. Nesta pesquisa, adotam-se dois procedimentos metodológicos: primeiro, um levantamento bibliográfico, trazendo uma visão concisa do gênero, sua estrutura, inserção sociocultural e práticas de letramento a ele atreladas e; segundo, um estudo de caso, por realizar a análise de uma peça postada em um grupo privado de Facebook composto por alunos, ex-alunos, professores e funcionários de uma escola da rede pública estadual do município de Belo Horizonte. Para apresentar a história de constituição do meme, este estudo recorre a Dawkins (1978); Recuero (2006); Barreto (2015); Escalante (2016); Chagas (2016). Já no intuito de situá-lo enquanto evento de letramento, este artigo apresenta as considerações de Coscarelli (2006); Anderson (2013); Euzébio e Cerutti-Rizzatti (2013); Leu et al (2013) e Rowsell et al (2013). Enfim, percebe-se que longe de ser apenas a combinação de imagem e frases humoradas, o meme da internet porta teor crítico e político, demandando dos sujeitos uma visão além dos códigos.Downloads
Publicado
17/09/2020
Edição
Seção
Artigos
Licença
Ao submeterem seus trabalhos, os autores concordam que os direitos autorais referentes a cada trabalho estão sendo cedidos para a revista RE-UNIR.
Como Citar
DE SOUZA, Maria Alice; DE BARROS, Marcelo Diniz Monteiro; SIMAN, Lana Mara Castro. Meme da internet: uma leitura a partir do conhecimento organizado de mundo. RE-UNIR - Revista do Centro de Estudos da Linguagem da Universidade Federal de Rondônia, Porto Velho, v. 7, n. 1, 2020. DOI: 10.47209/2594-4916.v.7.n.1.p.125-142. Disponível em: https://periodicos.unir.br/index.php/RE-UNIR/article/view/5299. Acesso em: 4 abr. 2026.


