O que nos diz a materialidade dos mapas

contribuições dos elementos iconográficos no estudo da toponímia baiana colonial

Autores

DOI:

https://doi.org/10.47209/2594-4916.v.10.n.2.p.219-233

Resumo

Os mapas são reconhecidos como as principais fontes para o estudo da toponímia por fornecerem quantidades significativas de topônimos e apresentarem suas respectivas localizações. Além disso, eles consistem em documentos multissemióticos, cujos textos não verbais possibilitam a identificação da categoria da entidade geográfica nomeada e, até mesmo, a determinação do étimo próximo em casos em que há ambiguidades. O presente trabalho consiste em uma análise de casos complexos de interpretação toponímica registrados em mapas anônimos da Capitania da Bahia, produzidos no final do período colonial (1761-1807). A análise da materialidade dos mapas, juntamente com a pesquisa bibliográfica, possibilitou desfazer a ambiguidade semântica e formular hipóteses nominativas para os topônimos analisados, evidenciando a relevância dos elementos iconográficos para o estudo linguístico.

Palavras-chave: Toponímia baiana; Cartografia histórica; Ambiguidade.

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Publicado

21/01/2024

Como Citar

SANTIAGO, Iago; BARREIROS, Liliane. O que nos diz a materialidade dos mapas: contribuições dos elementos iconográficos no estudo da toponímia baiana colonial. Revista do Centro de Estudos da Linguagem da Fundação Universidade Federal de Rondônia, Porto Velho, v. 10, n. 2, p. 219–233, 2024. DOI: 10.47209/2594-4916.v.10.n.2.p.219-233. Disponível em: https://periodicos.unir.br/index.php/RE-UNIR/article/view/7519. Acesso em: 14 jul. 2026.