Bitch, she’s Madonna

o agenciamento do ethos discursivo na apresentação ao vivo de Girl Gone Wild

Autores

  • Henrique Junior Soares Rondon Universidade Federal de Mato Grosso
  • Carine da Cruz Almeida

DOI:

https://doi.org/10.47209/2594-4916.v.10.n.1.p.130-149

Resumo

O objetivo deste artigo é descrever e analisar o funcionamento do ethos da cantora Madonna na apresentação ao vivo da canção Girl Gone Wild (2012), considerando que a escolha se justifica a partir de duas premissas principais: trata-se de um caso que pode contribuir para o funcionamento de certos tipos de funcionamento do ethos, como o mais recente desdobramento sobre o tema proposto por Dominique Maingueneau (2020) quanto ao agenciamento do ethos. Além disso, almejamos contribuir para os estudos discursivos no campo da música e, para isso, mobilizamos o conceito de Instituição Discursiva, Maingueneau (2006) e a noção teórica e metodológica de ethos discursivo (Maingueneau, 2006, 2008, 2020), na qual nos apoiamos para a reflexão, descrição e análise do corpus, que parte da hipótese de que a prática discursiva da artista apresenta traços de um posicionamento transgressor, cujos resultados confirmam a hipótese inicial.

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Publicado

09/11/2023

Como Citar

SOARES RONDON, Henrique Junior; DA CRUZ ALMEIDA, Adrielly Carine. Bitch, she’s Madonna: o agenciamento do ethos discursivo na apresentação ao vivo de Girl Gone Wild. Revista do Centro de Estudos da Linguagem da Fundação Universidade Federal de Rondônia, Porto Velho, v. 10, n. 1, p. 130–149, 2023. DOI: 10.47209/2594-4916.v.10.n.1.p.130-149. Disponível em: https://periodicos.unir.br/index.php/RE-UNIR/article/view/7469. Acesso em: 17 jul. 2026.