Não sou uma poeta, sou apenas uma mulher: Little Women e os discursos sobre o papel feminino na literatura
DOI:
https://doi.org/10.47209/k4dan213Palavras-chave:
Literatura, Cinema, Gênero, DescolonizaçãoResumo
O presente artigo busca analisar o livro Little Women (1868), de Louisa May Alcott, e o filme de mesmo nome, dirigido por Greta Gerwig (2019), como produtos midiáticos que promovem a reescrita cultural e a decolonização dos discursos sobre as mulheres de sua época. A metodologia utilizada é a análise fílmica de Vanoye e Goliot-Lété (1994) e de análise do discurso de Foucault (1970). A partir deste estudo, podemos observar que mesmo sendo apresentadas como mulheres tradicionais do patriarcado do século XIX, as quatro personagens principais são impulsionadas a reverter essa situação e sair da condição de submissão, fazendo um exercício decolonial na literatura e no cinema.
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