THE SOCIAL DETERMINANT OF GENDER IN THE UNDERSTANDING OF PSYCHOSOMATICS IN WOMEN.

Authors

  • Ana Carolina Melo de Carvalho Universidade Federal do Acre
  • Fabiane da Fontoura Messias de Melo Universidade Federal do Acre

DOI:

https://doi.org/10.47209/8564mg92

Keywords:

Psychosomatics; Gender; Women; Social determinants of health.

Abstract

The origins of psychosomatics are linked to the association between somatic illness and female bodies, a perspective later reinforced by discourses that biologized women’s suffering and disregarded the relevance of social determinants. In light of this, the study aimed to identify whether academic studies on psychosomatics in women, published between 2020 and 2025, consider gender as a social determinant in the understanding of somatization. This was a qualitative study, consisting of a systematic literature review conducted in the SciELO, BVS Saúde, and CAPES Journals databases. After identifying scientific studies published between 2020 and 2025, available in Portuguese and addressing psychosomatics in women, ten articles composed the final sample, whose data were interpreted through Bardin’s content analysis. The results indicated that 90% of the analyzed studies, although not specifically intended to deepen discussions on gender issues, considered gender a relevant category in female somatic illness. Among the main associated factors, gender dispositifs, the precariousness and vulnerability of women’s work, traumatic experiences, and violence against women stood out. It was concluded that recent literature tends to recognize gender as a relevant social determinant in understanding somatization in women, highlighting the influence of contemporary modes of production on processes of female subjectivation.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biography

  • Fabiane da Fontoura Messias de Melo, Universidade Federal do Acre

    Professora Adjunta da Universidade Federal do Acre (UFAC). Doutora em Direito pelo Programa de Pós-Graduação em Direito - PPGD- UNB. Mestra em Psicologia pela Universidade Federal de Rondônia (2012). Graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (2006). Pós graduada em Psicanálise com crianças e adultos pela Faculdade Insted - Instituto Avançado de Ensino Superior e Desenvolvimento Humano (2023). Membro IF/EPFCL- Brasil (Internacional dos Fóruns do Campo Lacaniano/ Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano) e membro do FCL-MS (Fórum do Campo Lacaniano do Mato Grosso do Sul).Supervisora de Estágio. Orientadora de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). 

References

ALMEIDA, K. A histeria como materialidade e subversão: uma cartografia do sofrimento gendrado e um convite à inversão conotativa. Revista Heterotópica, [S. l.], v. 5, n. 2, p. 190–211, 2023. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/RevistaHeterotopica/article/view/70224. Acesso em: 8 fev. 2026.

AMARAL, B. N. do; LIRA, P. H. F.; LIRA, L. F.; FACHIN, L. P. Transtornos mentais relacionados ao trabalho em Alagoas: um estudo epidemiológico entre 2017 e 2021. Research, Society and Development, v. 12, n. 4, e9312440813, 2023. Disponível em: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v12i4.40813. Acesso em: 2 jan. 2026.

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5-TR. 5. ed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2023.

ARÁN, M.; JÚNIOR, C. A. Subversões do desejo: sobre gênero e subjetividade em Judith Butler. Cadernos Pagu, n. 28, p. 129–147, 2007. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-83332007000100007. Acesso em: 4 fev. 2026.

BARBOSA, C. G. et al. Perfil epidemiológico dos usuários de um Centro de Atenção Psicossocial. SMAD, Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool e Drogas, Ribeirão Preto, v. 16, n. 1, p. 1–8, 2020. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-69762020000100013. Acesso em: 11 fev. 2026.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.

BRASIL. Ministério da Saúde. CID-11: Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde – 11ª revisão. Brasília: MS, 2022.

BORDE, E; HERNÁNDEZ-ÁLVAREZ, M; PORTO, M. Uma análise crítica da abordagem dos Determinantes Sociais da Saúde a partir da medicina social e saúde coletiva latino-americana. Saúde debate, v. 39, n. 106, 2015. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0103-1104201510600030023.

BORINI, C. H; CARLOS, D .M; ÁVILA, L. A; SOARES, A. P; SALTARELI, S; HORTENSE, P. “Minha vida, meu corpo é um hematoma”: vivências de pessoas com dor musculoesquelética crônica. Revista Enfermagem UERJ, Rio de Janeiro, v. 30, n. 1, p. e70364, 2022. DOI: 10.12957/reuerj.2022.70364. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/enfermagemuerj/article/view/70364. Acesso em: 30 mar. 2026.

BUTLER, J. Actos performativos y constitución del género: un ensayo sobre fenomenología y teoría feminista. In: CASE, S.-H. (org.). Performing feminisms: feminist critical theory and theatre. Baltimore: Johns Hopkins Press, 1990. p. 296–314.

BUTLER, J. Défaire le genre. Paris: Éditions Amsterdam, 2006.

CAMPOS, A. F. M. de; CAETANO, L. M. D.; GOMES, V. M. L. R. Revisão sistemática de literatura em educação: características, estrutura e possibilidades às pesquisas qualitativas. Linguagens, Educação e Sociedade, v. 27, n. 54, p. 139–169, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.26694/rles.v27i54.2702.

CAPITÃO, C. G.; CARVALHO, E. B. Psicossomática: duas abordagens de um mesmo problema. Revista de Psicologia da Vetor Editora, São Paulo, v. 7, n. 2, p. 21–29, 2006. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1676-73142006000200004. Acesso em: 9 fev. 2026.

CLOT, Y. A função psicológica do trabalho. São Paulo: Vozes, 2006.

COMISSÃO NACIONAL SOBRE OS DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE (CNDSS). Carta aberta aos candidatos à Presidência da República. 2006. Disponível em: www.determinantes.fiocruz.br. Acesso em: 16 jan. 2026.

COSTA-JÚNIOR, F. M. da; ALMEIDA, B. dos S.; CORRER, R. Concepções sobre gênero e formação no campo da psicologia da saúde. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, Araraquara, v. 14, n. esp. 2, p. 1441–1464, 2019. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/12610. Acesso em: 3 fev. 2026.

DEJOURS, C. A loucura do trabalho: estudo de psicopatologia do trabalho. São Paulo: Cortez-Oboré, 1992.

DIAS, H. Z. J. et al. Relações visíveis entre pele e psiquismo: um entendimento psicanalítico. Psicologia Clínica, Rio de Janeiro, v. 19, n. 2, 2007. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010356652007000200002. Acesso em: 22 jan. 2026.

FERNANDES, B. Os impactos dos ideais de beleza difundidos em redes sociais na subjetividade e nos processos de sofrimento psíquico de portadores de doenças dermatológicas. 2023. Relatório Final (Pesquisa de Iniciação Científica) – Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2023. Disponível em: https://www.publicacoes.uniceub.br/pic/article/view/9491/0. Acesso em: 7 fev. 2026.

FONTES, G. et al. Internações por transtornos neuróticos relacionados ao estresse e sintomas somáticos no Brasil de 2019 a 2023: uma abordagem sob a ótica da medicina integrativa. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, v. 6, p. 1677–1687, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n6p1677-1687. Acesso em: 2026.

FORTES, S. L. C. L.; TÓFOLI, L. F. F.; BAPTISTA, C. M. A. Somatização hoje. In: MELLO FILHO, J.; BURD, M. (orgs.). Psicossomática hoje. Porto Alegre: Artmed, 2010.

FOUCAULT, M. Microfísica do poder. 22. ed. Rio de Janeiro: Edições Graal, 2006.

FPA/SESC. Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado. [S. l.: s. n.], 2010. Disponível em: https://fpabramo.org.br/publicacoes/wp-content/uploads/sites/5/2017/05/pesquisaintegra_0.pdf. Acesso em: 13 fev. 2026.

FREUD, S; BREUER, J. Estudos sobre a histeria (1893-1895). Tradução de Laura Barreto e Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.

FREUD, S. Inibição, sintoma e angústia; o futuro de uma ilusão e outros textos (1926–1929). In: FREUD, S. Obras completas, v. 17. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. Tradução de Paulo César de Souza.

GALDI, M. B.; CAMPOS, E. B. V. Modelos teóricos em psicossomática psicanalítica: uma revisão. Temas em Psicologia, v. 25, n. 1, p. 29–40, 2017. Disponível em: https://pepsic.bvsalud.org/pdf/tp/v25n1/v25n1a03.pdf. Acesso em: 28 dez. 2025.

GALVÃO, A. L. M.; OLIVEIRA, E.; GERMANI, A. C. C. G.; LUIZ, O. do C. Determinantes estruturais da saúde, raça, gênero e classe social: uma revisão de escopo. Saúde e Sociedade, v. 30, n. 2, e200743, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-12902021200743. Acesso em: 2026.

GARCIA, V. A.; MONTEIRO, J. K.; GREGOVISKI, V. R. Distúrbios psiquiátricos menores e estresse em policiais militares. Brazilian Journal of Health Review, v. 6, n. 3, p. 11537–11551, 2023. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/60365. Acesso em: 11 fev. 2026.

IACONELLI, V. Você não faz um câncer. Folha de S. Paulo. São Paulo: Coluna “Todas”, 2025.

MACHADO DE ASSIS. O Alienista. São Paulo: Ática, 1992. [Originalmente publicado em 1882].

MACHADO, T. O. (org.). Trabalho e saúde: diálogos críticos sobre crises. Rio de Janeiro: Mórula, 2022.

MARTINS, V. A. Psicossomática e transtornos de somatização: caracterização da demanda em hospital escola no período de 1996 a 2004. 2007. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) – Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2007. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22131/tde-13032007-160827/publico/MartinsVanessa.pdf. Acesso em: 2 fev. 2026.

MARX, K. O capital: crítica da economia política. Livro I: o processo de produção do capital. 2. ed. São Paulo: Boitempo, 2017. [Originalmente publicado em 1867].

MAUÉS, A.; ROCHA, M. C. M.; TAVOGLIERI, S. M.; SORDI, B. A. Dispositivo materno e parto: uma análise da interface de gênero e saúde mental nos relatos de mulheres do documentário “O renascimento do parto I”. Research, Society and Development, v. 10, n. 10, e283101017577, 2021. Disponível em: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v10i10.17577. Acesso em: 2 fev. 2026.

MCDOUGALL, J. Teatros do corpo: o psicossoma em psicanálise. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

MELLO-FILHO, J.; BURD, M. Psicossomática hoje. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.

MINAYO, M. C. de S. (org.). Pesquisa Social. Teoria, método e criatividade. 29. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.

MIRANDA, I. D. C.; LIMA, L. V. C. Análise do impacto psicológico ocasionado em mulheres vítimas de violência simbólica: uma revisão de literatura. Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR, v. 27, n. 5, p. 3072–3090, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.25110/arqsaude.v27i5.2023-060. Acesso em: 5 jan. 2026.

MOHER, D.; LIBERATI, A.; TETZLAFF, J.; ALTMAN, D. G.; PRISMA Group. Preferred reporting items for systematic reviews and meta-analyses: the PRISMA statement. PLoS Medicine, v. 6, n. 7, e1000097, 2009. Disponível em: https://doi.org/10.1371/journal.pmed.1000097. Acesso em: 4 jan. 2026.

MORAIS, J. L. Para pensar a psicossomática e sua relação com o feminino. Revista de Psicanálise Stylus, [S. l.], v. 1, n. 42, p. 83–92, 2023. Disponível em: https://stylus.emnuvens.com.br/cs/article/view/951. Acesso em: 2 fev. 2026.

MORAIS, M. E. F. de; ALMEIDA, A. B. T. de; ARRUDA, I. T. S. de; SILVA, W. L. P. da; RAMOS, R. de M. L. Descrição do perfil biopsicossocial e as principais hipóteses diagnósticas dos pacientes que buscam atendimento no Pronto Atendimento em Saúde Mental de João Pessoa. Brazilian Journal of Health Review, v. 8, n. 1, e76785, 2025. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/76785. Acesso em: 10 fev. 2026.

OSHIRO, C. M. P. Violência de gênero e religião: uma análise da influência do cristianismo em relações familiares violentas a partir de mulheres acolhidas nas Casas Abrigo Regional Grande ABC e de homens autores de violência doméstica. 2017. Dissertação (Mestrado em Ciências da Religião) – Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, 2017.

PALMA, L.; RICHWIN, I. F.; ZANELLO, V. Dispositivos de subjetivação e sofrimento das mulheres: para uma escuta gendrada das emoções no campo da psicoterapia. Caderno Espaço Feminino, v. 33, n. 2, 2020. Disponível em: http://dx.doi.org/10.14393/CEF-v33n2-2020-6. Acesso em: 6 jan. 2026.

PINHEIRO, L. G. (Re)construindo performances discursivas de maternidade e não-maternidade em espaços virtuais. 2014. Tese (Doutorado em Linguística Aplicada) – Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2014.

PITTA, A. Hospital: dor e morte como ofício. São Paulo: Hucitec, 1990.

PORTO, M.; COSTA, F. P. Lei Maria da Penha: as representações do judiciário sobre a violência contra as mulheres. Estudos de Psicologia (Campinas), v. 27, n. 4, p. 479–489, 2010.

PORTO, M. Violência contra a mulher e atendimento psicológico: o que pensam os/as gestores/as municipais do SUS. Psicologia: Ciência e Profissão, v. 26, n. 3, p. 426–439, 2006. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1414-98932006000300007. Acesso em: 2 fev. 2026.

RAIMUNDO, J. S.; SILVA, R. B. Reflexões acerca do predomínio do modelo biomédico no contexto da Atenção Primária em Saúde no Brasil. Revista Mosaico, v. 11, n. 2, p. 109–116, 2020.

REICHENHEIM, M.; BASTOS, J. L. O quê, para quê e como? Desenvolvendo instrumentos de aferição em epidemiologia. Revista de Saúde Pública, v. 55, p. 40, 2021. Disponível em: https://revistas.usp.br/rsp/article/view/189335. Acesso em: 28 jan. 2026.

RIBEIRO, D. B. C.; ARAGÃO, F. B. A.; MONTEIRO, M. M. M. S.; SANTOS, N. M.; MARTINELLI, C. V. M.; NETO, A. J. G.; GALVÃO, A. P. F. C. Psicossomática pós-COVID-19: sinais e sintomas causadores de adoecimento mental. Research, Society and Development, v. 11, n. 6, e19811628595, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.33448/rsd-v11i6.28595. Acesso em: 5 jan. 2026.

RODRIGUES, A. L.; FRANÇA, A. C. L. Uma perspectiva psicossocial em psicossomática via estresse e trabalho. In: MELLO FILHO, J.; BURD, M. (orgs.). Psicossomática hoje. Porto Alegre: Artmed, 2010.

ROHDEN, F. Uma ciência da diferença: sexo e gênero na medicina da mulher. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001. Disponível em: https://static.scielo.org/scielobooks/8m665/pdf/rohden-9788575413999.pdf. Acesso em: 25 jan. 2026.

ROHDEN, F. Ginecologia, gênero e sexualidade na ciência do século XIX. Horizontes Antropológicos, v. 8, n. 17, p. 101–125, 2002. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-71832002000100006. Acesso em: 2 jan. 2026.

SANTOS, A. H. G.; BORTOLON, C. B.; AMINO, D.; LARANJEIRA, R. Ambulatório médico de psiquiatria: 30.151 casos. Debates em Psiquiatria, Rio de Janeiro, v. 10, n. 3, p. 16–22, 2020. Disponível em: https://revistardp.org.br/revista/article/view/25. Acesso em: 15 fev. 2026.

SANTOS, E. C. S.; BARBOSA, E. R. L.; SILVA, G. P.; FONSECA, E. J. F.; LOURENÇO, A. K. R.; MELO, I. F.; BARROS, E. N. L.; BITTENCOURT, H. S. Atuação do enfermeiro frente a uma gravidez fictícia. Brazilian Journal of Health Review, v. 4, n. 1, p. 2278–2288, 2021. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/24000. Acesso em: 15 fev. 2026.

SCOTT, J. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação e Realidade, v. 16, n. 2, p. 5–22, 1990.

SIQUEIRA, K. L. S.; OLIVEIRA, D. P.; ALVES, R. C. Um nome para a dor: fatores psicológicos presentes no discurso de mulheres com fibromialgia. Revista Humanidades e Inovação, v. 11, n. 5, p. 59–70, 2024. Disponível em: https://revista.unitins.br/index.php/humanidadeseinovacao/article/view/9650. Acesso em: 3 jan. 2026.

SILVA, L. B.; BICUDO, V. Determinantes sociais e determinação social do processo saúde-doença: discutindo conceitos e perspectivas. In: MACHADO, T. O. (org.). Trabalho e saúde: diálogos críticos sobre crises. Rio de Janeiro: Mórula, 2022. p. 115–131.

SOTO, R. F. A psicossomática na primeira infância: a contribuição de Winnicott para um estudo das alergias respiratórias. 2006. Tese (Doutorado em Psicologia) – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2006. Disponível em: https://ppg.psi.puc-rio.br/uploads/uploads/1969-12-31/2006_6c0c895da33d03037995179135ce19d3.pdf. Acesso em: 5 fev. 2026.

SOLAR, O.; IRWIN, A. A conceptual framework for action on the social determinants of health. Geneva: World Health Organization, 2010. Disponível em: https://www.who.int/sdhconference/resources/ConceptualframeworkforactiononSDH_eng.pdf. Acesso em: 2026.

VIEIRA, C. E. C. Impactos psicossociais do desemprego para a saúde mental e subjetividade dos trabalhadores. Contribuciones a las Ciencias Sociales, v. 17, n. 7, p. 1–29, 2024. Disponível em: https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/index.php/clcs/article/view/8962/5529. Acesso em: 2 fev. 2026.

ZANELLO, V.; ANDRADE, A. P. Saúde mental e gênero: diálogos, práticas e interdisciplinaridade. 1. ed. Curitiba: Appris, 2014.

ZANELLO, V. A prateleira do amor: sobre mulheres, homens e relações. 1. ed. Curitiba: Appris, 2022.

ZANELLO, V. Saúde mental, gênero e dispositivos: cultura e processos de subjetivação. 1. ed. Curitiba: Appris, 2018.

Published

31/07/2026