CADEIA PRODUTIVA DA PISCICULTURA NO AMAPÁ: UMA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO SETOR DE 2014 - 2023

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36026/azsysf47

Palavras-chave:

Bioeconomia Amazônica, Cadeia produtiva, Peixe nativo

Resumo

Os estados amazônicos possuem diversas vantagens competitivas frente ao setor da piscicultura, principalmente no que diz respeito à disponibilidade hídrica na região. Assim, o presente estudo teve como objetivo verificar o crescimento da piscicultura amapaense e as lacunas em seu crescimento. Como método adotou-se uma abordagem exploratória de cunho quali-quantitativo. Os dados foram coletados nas plataformas oficiais no recorte temporal de 2014 a 2023, criando assim uma linha cronológica da piscicultura dentro do estado do Amapá. Os dados demonstraram que o início da piscicultura no Amapá foi o ano de 2016 e com crescimento exponencial até 2022, com queda no ano de 2023. O setor de piscicultura amapaense tem possibilidade de ser um dos principais produtores de peixes nativos no país ampliando as alternativas da bioeconomia regional respeitando a relação do tamanho de seu território, a implantação de formação de mão de obra, e contribuição técnica aos atores vinculados ao setor, desde que haja o desenvolvimento de políticas públicas de incentivo para a atividade. Conclui-se que o Amapá tem potencial para a expansão da piscicultura, tendo em vista as particularidades específicas da região que contribui para o crescimento sustentável desta atividade, como a disponibilidade hídrica e o clima da região.

Biografia do Autor

  • Mateus Alho Maia, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá

    Possui Graduação em Tecnologia em Gestão Ambiental pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá/IFAP (2015), além do curso Técnico em Informática pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá/IFAP (2013). Foi Estagiário de Gestão Ambiental no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá/IFAP (2016), junto a coordenação do curso superior de Gestão Ambiental. Desenvolveu projetos de iniciação na área de Química Ambiental e Biotecnologia. Tem experiência na área de Ciências Ambientais, com ênfase no desenvolvimento de novos produtos ambientais, além da área de gestão ambiental nas cidades. Atualmente cursa pós-graduação em Desenvolvimento Regional e Agroextrativismo, desenvolvendo pesquisa na área do desenvolvimento do setor de piscicultura dentro do Amapá e novos produtos para o setor.

  • Nubia Caramello, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá

    Pós-doutoranda na Universidade de Coimbra em conjunto com a Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Realizou o doutorado pleno em Geografia, na Universidade Autônoma de Barcelona - UAB/Cataluña (Bolsista CAPES) reconhecido e validado pela Universidade Federal do Ceará. Mestrado e Graduação em Geografia, e em Pedagogia através da Universidade Federal de Rondônia - UNIR. Docente efetiva no Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Amapá -IFAP (atuando no ensino médio, graduação, especialização Lato e Stritco Sensu (Mestrado de Educação Profissional e Tecnológica-ProfEPT), cursos FICs profissionalizantes e (via cooperação técnica) no Mestrado Profissional em rede Nacional em Gestão e Regulação dos Recursos Hídricos - ProfÁgua Polo Ji-Paraná/RO, na Universidade Federal de Rondônia. Coordenadora no Amapá de projetos aprovados na Iniciativa Amazônia + 10 (2022 e 2024) junto a pesquisadores da UFSCAR, UNIOESTE e UNIR e Projetos de fomentos financiado pela Fundação Iratapuru.

  • Antonio Carlos Freitas Souza, BactoLac LTDA

    Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Amapá (2009), tem Mestrado em Ciências da Saúde com ênfase em Microbiologia pela Universidade Federal do Amapá (2013), Doutor em Ciência Animal pela Universidade Estadual do Maranhão (2024). É Pesquisador do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá, pertencente ao Núcleo de Ciência e Tecnologia de Alimentos, Coordenando o Laboratório de Microbiologia. É Sócio Proprietário e Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da BactoLac LTDA., empresa de tecnologia que quer revolucionar a forma como se cria peixe no Brasil. 

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Publicado

12/01/2026

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Artigos

Como Citar

CADEIA PRODUTIVA DA PISCICULTURA NO AMAPÁ: UMA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO SETOR DE 2014 - 2023. (2026). Revista Presença Geográfica, 12(2), 185-199. https://doi.org/10.36026/azsysf47

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