Entre folhas, flores, espinhos e cores, uma pesquisa no parque gaia amiga
DOI:
https://doi.org/10.47209/2317-5729.v.14.n.3.8809Palabras clave:
Gaia Amiga; Professores; Pesquisa cartográfica.Resumen
O presente artigo propõem fomentar discussões resultantes de uma pesquisa que se desenhou em um Parque na cidade de Rolim de Moura - Rondônia, junto ao Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências da Natureza. Essa tessitura traz como objetivos: compreender quais as relações que professores estabelecem com o Espaço Ecológico Gaia Amiga; refletir sobre quais caminhos a pesquisa com professores em um espaço não escolar, nos apresentam; investigar como professores se constituem neste espaço; As problematizações de estudo que resultou na dissertação e nesse artigo são: quais relações os professores que frequentam o espaço Gaia estabelecem com esse ambiente? O que acontece quando professores frequentam o espaço Gaia? O que pode uma pesquisa com professores em um espaço fora da escola? Como professores se constituem nesse espaço? Para nortear as discussões nos amparamos em Bachelard (1993), Deleuze e Guattari(1995), Larrosa (2004), Corazza (2004) entre outros. E assim, os caminhos foram se alargando e por meio da metodologia cartográfica possibilitou uma pesquisa que foi se fazendo enquanto adentrava o universo pesquisado e aqui propomos apresentar alguns desses resultados como: nuances de uma pesquisa com professores no Gaia; estratégia para alcançar os objetivos por meio de troca de e-mail; como a pesquisadora foi lidando com os imprevisto que apareceram no decorrer da pesquisa; como a cartografia possibilitou essa aventura de forma potente.