A resistência indígena feminina no romance brasileiro contemporâneo: uma leitura comparativa entre Um rio sem fim e O som do rugido da onça

Autores

DOI:

https://doi.org/10.47209/jf560v26

Palavras-chave:

Romance brasileiro contemporâneo, resistência indígena, autoria feminina

Resumo

A análise propõe-se a compreender de que maneira as autoras Verenilde Pereira e Micheliny Verunschk constroem, a partir de diferentes vozes narrativas, uma crítica à lógica colonial que historicamente silenciou e/ou estereotipou os povos indígenas. Fundamentado em um arcabouço decolonial, o estudo busca identificar como as obras questionam a colonialidade (Gonzaga, 2021), abrindo espaço para novas epistemologias literárias que reposicionam o sujeito indígena como agente histórico e simbólico. A comparação entre os dois romances permitiu observar distintas estratégias de reescrita da história e de resistência discursiva feminina, contribuindo para o debate sobre a literatura como território de memória e reexistência.

Biografia do Autor

  • Franco Júnior Marval Javier

    Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Letras e Cultura da Universidade de Caxias do Sul - UCS. Graduado em Licenciatura Intercultural: Comunicação e Artes (UFRR). Bolsista CAPES.

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Publicado

05/08/2026

Como Citar

CARDOSO, Rosane; JAVIER, Franco Júnior Marval. A resistência indígena feminina no romance brasileiro contemporâneo: uma leitura comparativa entre Um rio sem fim e O som do rugido da onça. Revista do Centro de Estudos da Linguagem da Fundação Universidade Federal de Rondônia, Porto Velho, v. 13, n. 1, p. 338–350, 2026. DOI: 10.47209/jf560v26. Disponível em: https://periodicos.unir.br/index.php/RE-UNIR/article/view/9034. Acesso em: 5 ago. 2026.

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