THE CULTURE INDUSTRY AND THE CULTURE OF GLOBALIZATION

Authors

DOI:

https://doi.org/10.36026/z22bch87

Keywords:

Geographic thought, Technique, Consumption, Global culture, Cyberculture

Abstract

Through the lens of the new cultural geography, human and everyday expressions are unveiled across the Earth's surface; among them, the culture industry, embedded within the globalized world, is scrutinized. That said, two analyses are undertaken: the globalization of culture and the culture of globalization. Globalization becomes a tool for the massification and standardization of life under the capitalist empire of consumption. Through mechanisms of replication, reproduction, and repetition, along with techniques of advertising, propaganda, and commodification, the global system exerts control over consciousness and behavior. As a result, digital devices, artificial intelligences, robotics, and other technologies saturate the daily life of the technocentric world. Thus, intertwined with cyberculture, global culture becomes sovereign over urban, territorial, and social dynamics. Geography’s role is to expose the culture industry within its global machinery of control over all places on the planet. From this critical perspective, a warning is raised about the violence of cultural consumerism through the domination of individuals and the production of subjectivities.

Author Biography

  • Jahan Natanael Domingos Lopes, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

    Graduando em Geologia, pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Foi bolsista de iniciação científica pela FAPESP (2024) e pela CNPq (2020-2023 e 2025). Ganhou o prêmio juventude filósofa pelo Instituto Miroslav Milovic (2024). Deu aulas de Geografia nos cursinhos populares TRIU e Zilda-Arns em Campinas - SP. Participou da gestão da AGB sessão-Campinas (2020-2023). Têm interesse em Pensamento geográfico, Geografia cultural, Geografia mental, Geografia regional e Geografia histórica. 

References

ADORNO, Theodor; HORKHEIMER, Max. Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.

AGUIAR, Thiago. Teoria social, capitalismo global e crise da humanidade: uma entrevista com William I. Robinson. Política & Trabalho, v. 58, p. 269-284, 2023.

ALBECHE, Daysi. Rir, mas não à toa – estudo de caso do sitcom A grande família. In: CASTRO, Gisela; BACCEGA, Maria (Orgs.). Comunicação e consumo nas culturas locais e global. São Paulo: ESPM, 2009, p. 420-445.

ARANTES, Paulo Eduardo. Os pensadores: Adorno. São Paulo: Nova Cultura, 1996.

BALDANZA, Renata; ABREU, Nelsio. Reflexões sobre as influências da indústria cultural na difusão de valores estéticos: a TV aberta brasileira e a padronização da beleza. Mediaciones Sociales, n. 7, v. II, p. 91-110, 2010.

BERTONI, Luci Mara. Arte, indústria cultural e educação. Caderno Cedes, Campinas, v. 21, n. 54, p. 76-81, 2001.

CASTRO, Gisela. Consumo musical e cultura digital: uma perspectiva latinoamericana. In: CASTRO, Gisela; BACCEGA, Maria (Orgs.). Comunicação e consumo nas culturas locais e global. São Paulo: ESPM, 2009, p. 481-508.

COELHO, Teixeira. O que é indústria cultural. São Paulo: Brasiliense, 1986.

CONTRERA, Malena; FORTUNATO, Ivan. Shrek: mimese, consumo e/ou aprendizagem. Galáxia, São Paulo, v. 13, n. 26, p. 148-160, 2013.

EAGLETON, Terry. As ilusões do pós-modernismo. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.

ENZENSBERGER, Hans. Detalles. Barcelona: Anagrama, 1969.

IANNI, Octávio. O príncipe eletrônico. Perspectivas: Revista de Ciências Sociais, v. 22, p. 11-29, 1999.

JAMESON, Fredrick. O pós-modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio. São Paulo: Ática, 1996.

KELLNER, Douglas. A cultura da mídia. Bauru: Edusc, 2001.

LAZARSFIELD, Paul; MERTON, Robert. Los medios de comunicacion de masas, el gusto popular y la accion social organizada. In: BELL, Daniel et al. Industria cultural y sociedad de masas. Venezuela: Monte Ávila Editores, 1974, p. 251-281.

LOPES, Jahan. Existência geográfica: mundo-no-ser e ser-no-mundo. Revista de Geografia, Recife, v. 39, n. 3, p. 68-87, 2022.

LOPES, Jahan. Geografia da experiência: espaço-tempo e corpo-consciência. Elisée, Rev. Geo. UEG, Goiás, v. 12, n. 1, p. 1-21, 2023.

LOPES, Maria; BORELLI, Silvia; RESENDE, Vera. Vivendo com a telenovela – mediações, recepção, teleficcionalidade. São Paulo: Summus, 2002.

MARANGON, Frederico; MACIEL, Marco; SANTOS, Vitor. Mídia, cultura de massa e cultura local: conflitos culturais. In: Anais do Workshop de Geografia cultural: a multiplicidade da cultural no espaço e suas territorialidades, Alfenas, Minas Gerais, 2013, p. 33-46.

MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. 5ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000.

MCDOWELL, Linda. A transformação da geografia cultural. In: GREGORY, Derek; MARTIN, Ron; SMITH, Graham (Orgs.). Geografia Humana – Sociedade, Espaço e Ciência Social. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1996, p. 159-188.

MORIN, Edgar. Cultura de massas no século XX: O espírito do tempo – 1, neurose. 9a ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1997.

OLIVEIRA, Marta; AGOSTINI, Nilo. Sociedade multitela e a semiformação: um desafio ético de grande monta. Revista Eletrônica de Educação, São Carlos, v. 14, p. 1-13, 2020.

OLIVEIRA, Marta. A lógica do consumo na sociedade contemporânea e sua influência no processo de formação do pensamento infantil. 2011. 293f. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2011.

OLIVEIRA, Marta; PASCHOAL, Jaqueline. A infância e a sociedade do consumo: indústria cultural e imaginário infantil. Imagens da Educação, Maringá, v. 5, n. 1, p. 05-15, 2015.

ORTIZ, Renato. A moderna tradição brasileira. 5ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.

OURIVES, Maíra. Soft power e indústria cultural: a política externa norte-americana presente no cotidiano do indivíduo. Revista Acadêmica de Relações Internacionais, v. II, n. 4, p. 168-196, 2013.

PARODE, Fébio; ZAPATA, Maximiliano. Comunicação e ciberestética: a emergência dos avatares na mídia e na cultura. Intexto, Porto Alegre, UFRGS, n. 57, p. 1-24, 2025.

PEDROSA, Breno. O império da representação: a virada cultural e a geografia. Espaço e Cultura, Rio de Janeiro, n. 39, p. 21-58, 2016.

PEDROSO, Leda. Indústria cultural: algumas determinações políticas, culturais e sociais na educação. Cadernos Cedes, a. XXI, n. 54, p. 54-68, 2001.

RAMOS-DE-OLIVEIRA, Newton. Do ato de ensinar numa sociedade administrada. Caderno Cedes, Campinas, v. 21, n. 54, p. 19-27, 2001.

ROCHA, Márcio. A Geografia política e cultural no contexto de uma sociedade global: para além de um baile de máscaras. Revista Percurso – NEMO, Maringá, v. 5, n. 1, p. 213-226, 2013.

RÜDIGER, Francisco. As teorias da cibercultura: perspectivas, questões e autores. 2ª ed. Porto Alegre: Sulina, 2013.

SANTOS, Milton. Da cultura à Indústria Cultural. Folha de S. Paulo, São Paulo, 19 mar. 2000. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1903200006.htm. Acesso em: 03 de set. de 2025.

SAUER, Carl. Geografia Cultural. In: CORRÊA, Roberto; ROSENDAHL, Zeny (Org). Introdução à Geografia Cultural. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003, p. 19-26.

SETIN, Monique. Ideologias geográficas e indústria cultural. Rev. Tamoios, São Gonçalo, v. 17, n. 2, p. 46-57, 2021.

SILVA, Roberta; FURLAN, Marta. Indústria cultural, infância e brincar em tempos de tecnologia. Educ. Anál., Londrina, v. 8, n. 2, p. 340-357, 2023.

VALVERDE, Rodrigo. A indústria cultural como objeto de pesquisa geográfica. Revista do Departamento de Geografia – USP, v. 29, p. 391-418, 2015.

WOLF, Mauro. Teorias da comunicação. 5a ed. Lisboa: Presença, 1999.

Published

07/05/2026

Issue

Section

Artigos

How to Cite

THE CULTURE INDUSTRY AND THE CULTURE OF GLOBALIZATION. (2026). Revista Presença Geográfica, 13(1), 109-123. https://doi.org/10.36026/z22bch87

Similar Articles

1-10 of 72

You may also start an advanced similarity search for this article.