AGRICULTURA FAMILIAR E DESFLORESTAMENTO: UM ESTIDO DE CASO NA COMUNIDADE QUILOMBOLA MEDIANEIRA DAS GRAÇAS, IRITUIA-PA
DOI:
https://doi.org/10.36026/mmge2s30Palabras clave:
Agricultura familiar, Sensoriamento remoto, Solo, QuilombolaResumen
O artigo investiga os impactos ambientais e sociais da agricultura familiar no território quilombola de São Miguel Arcanjo da Nova Laudiceia, com foco na comunidade Medianeira das Graças (Irituia-PA). A agricultura familiar, centrada no cultivo da mandioca brava (Manihot esculenta) e na produção de farinha, é essencial para a subsistência local, mas tem causado desmatamento e perda de biodiversidade. Técnicas tradicionais, como o corte e queima, afetam a estrutura do solo e os ciclos naturais. O sensoriamento remoto mostrou uma redução significativa da cobertura florestal e um aumento das áreas destinadas à agropecuária. A análise do solo revelou baixa fertilidade e presença predominante de solos arenosos, pouco adequados para a agricultura intensiva. A pesquisa destaca a necessidade de assistência técnica e práticas mais sustentáveis para reduzir a degradação ambiental e preservar os recursos naturais e a segurança alimentar da comunidade.
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